terça-feira, 30 de julho de 2019

Tributo ao Padre Ernesto: Um Profeta no meio do Povo - Versão melhor. 2...





Tributo ao Padre Ernesto: Um Profeta no meio do Povo - Versão melhor. 27/7/2019.

Padre Ernesto de Freitas Barcelos nasceu aos 08 dias do mês de setembro de 1955. Padre Ernesto, das CEBs, da CPT, da Pastoral Carcerária, da Fraternidade Charles de Foucauld, do Cebi etc. Padre Ernesto, um Profeta no meio do Povo! Filho de Geraldo Luiz de Barcelos e Waldemira de Freitas, Padre Ernesto nasceu aos 08 dias do mês de setembro de 1955. Entrou para o Seminário em 1978; foi ordenado Diácono em setembro de 1984 na Paróquia Cristo Rei, em Ipatinga e sua ordenação presbiteral foi aos 13 de janeiro de 1985, por Dom Lelis Lara, na Paróquia Nossa Senhora do Pilar, em Pitangui. Antes de ficar licenciado, era pároco da Paróquia Bom Jesus, em Bom Jesus do Amparo. Nesse último sábado de julho, dia 27/7/2019, fez sua Páscoa definitiva. Padre Ernesto, agora em vida plena, deixa-nos um imenso legado espiritual, ético e profético. Padre Ernesto continuará vivo em nós na luta ao lado dos injustiçados, por seus direitos. Saudade já e eterna gratidão pelo testemunho durante quase 64 anos do ensinamento e práxis de Jesus de Nazaré. PADRE ERNESTO DE FREITAS BARCELOS, PRESENTE NA VIDA PLENA E ENTRE NÓS NA LUTA...SEMPRE, na construção do Reino de Deus a partir do Aqui e do Agora. *Vídeos da XVIII e da XX Romaria das Águas e da Terra do Estado de Minas Gerais: frei Gilvander Moreira, da CPT, das CEBs e do CEBI.

*Outros videos: Redes Sociais *Edição de Nádia Oliveira, colaboradora da CPT-MG. 27/7/2019
 *Inscreva-se no You Tube, no Canal Frei Gilvander Luta pela Terra e por Direitos, no link: https://www.youtube.com/user/fgilvander, acione o sininho, receba as notificações de envio de vídeos e assista a diversos vídeos de luta por direitos sociais. Se assistir e gostar, compartilhe. Sugerimos.

Padre Ernesto, presente em nós na luta! O seu sonho não morreu. - 28/7/2019





Padre Ernesto, presente e sempre vivo em nós na luta! O seu sonho não morreu. - 28/7/2019.

 Padre Ernesto de Freitas Barcelos nasceu aos 08 dias do mês de setembro de 1955. Padre Ernesto, das CEBs, da CPT, da Pastoral Carcerária, da Fraternidade Charles de Foucauld, do Cebi etc. Padre Ernesto, um Profeta no meio do Povo! Filho de Geraldo Luiz de Barcelos e Waldemira de Freitas, Padre Ernesto nasceu aos 08 dias do mês de setembro de 1955. Entrou para o Seminário em 1978; foi ordenado Diácono em setembro de 1984 na Paróquia Cristo Rei, em Ipatinga e sua ordenação presbiteral foi aos 13 de janeiro de 1985, por Dom Lelis Lara, na Paróquia Nossa Senhora do Pilar, em Pitangui. Antes de ficar licenciado, era pároco da Paróquia Bom Jesus, em Bom Jesus do Amparo. Nesse último sábado de julho, dia 27/7/2019, fez sua Páscoa definitiva. Padre Ernesto, agora em vida plena, deixa-nos um imenso legado espiritual, ético e profético. Padre Ernesto continuará vivo em nós na luta ao lado dos injustiçados, por seus direitos. Saudade já e eterna gratidão pelo testemunho durante quase 64 anos do ensinamento e práxis de Jesus de Nazaré. PADRE ERNESTO DE FREITAS BARCELOS, PRESENTE NA VIDA PLENA E ENTRE NÓS NA LUTA...SEMPRE, na construção do Reino de Deus a partir do Aqui e do Agora.

*Vídeos da XVIII e da XX Romaria das Águas e da Terra do Estado de Minas Gerais: frei Gilvander Moreira, da CPT, das CEBs e do CEBI. *Outros vídeos: Redes Sociais
*Edição de Nádia Oliveira, colaboradora da CPT-MG. 27/7/2019 *Inscreva-se no You Tube, no Canal Frei Gilvander Luta pela Terra e por Direitos, no link: https://www.youtube.com/user/fgilvander, acione o sininho, receba as notificações de envio de vídeos e assista a diversos vídeos de luta por direitos sociais. Se assistir e gostar, compartilhe. Sugerimos.

sexta-feira, 26 de julho de 2019

CPT-MG 40 anos - Madalena: CPT e Rede de Apoio - A Força da Unidade - Ví...





Nos caminhos e nas trilhas da CPT/MG: 40 anos de luta - 1979 a 2019 / Madalena: CPT e Rede de Apoio - A Força da Unidade - Vídeo 4 - 07/3/2018.

A Comissão Pastoral da Terra (CPT), em Minas Gerais, celebra, neste ano de 2019, seus 40 anos de luta, , inspirada pela memória subversiva do Evangelho de Jesus de Nazaré. Frei Gilvander Moreira e equipe de Resgate dos 40 anos de luta da CPT/MG mobilizam-se para colher depoimentos, relatos, histórias e testemunhos de Agentes de Pastoral da CPT ou pessoas a eles/elas ligadas, para que seja resgatada a memória histórica dessa luta solidária, transformadora, libertadora, junto aos camponeses e camponesas. Nesse vídeo, a 4ª parte do depoimento de Madalena, Agente de Pastoral da CPT/MG no Vale do ex-rio Doce, a partir da cidade de Governador Valadares. Uma vida de luta em defesa dos oprimidos, dos sem terra, sem voz e sem vez.


*Reportagem de frei Gilvander Moreira, da CPT, das CEBs e do CEBI. Edição de Nádia Oliveira, colaboradora da CPT/MG. Governador Valadares/MG, 07/3/2018.
*Inscreva-se no You Tube, no Canal Frei Gilvander Luta pela Terra e por Direitos, no link: https://www.youtube.com/user/fgilvander, acione o sininho, receba as notificações de envio de vídeos e assista a diversos vídeos de luta por direitos sociais. Se assistir e gostar, compartilhe. Sugerimos.

quarta-feira, 24 de julho de 2019

Despejar Quilombo Souza no coração de Belo Horizonte é injusto e absurdo...





Despejar o Quilombo Souza no coração de Belo Horizonte é injusto e inconstitucional. Vídeo 2. 19/7/2019.

Ilegalidades e irregularidades na decisão do TJMG que mandou despejar o Quilombo Souza, em BH. Despejo iminente da Comunidade Quilombola Vila Teixeira Soares, em Belo Horizonte, MG: injustiça gritante. A Associação de Moradores do bairro de Santa Tereza, em Belo Horizonte, MG, e uma grande rede de apoio vêm a público se manifestar veementemente contra o desalojamento da Vila Teixeira Soares, comunidade tradicional quilombola consolidada que está sob ameaça de despejo por uma ordem judicial ilegal, inconstitucional e injusta. São 16 famílias que estão para serem despejadas no próximo dia 25 de julho de 2019, sem qualquer indenização ou reassentamento prévio. A ameaça do despejo impulsionou as famílias da Vila Teixeira Soares a resgatarem sua memória, construir sua linha do tempo e se reconhecer como Quilombo Urbano – o 4º em Belo Horizonte - por meio de assembleia de auto declaração realizada no último dia 30 de junho, que contou com a participação da nossa Associação, parlamentares, Ministério Público, etc. O risco do despejo também fez lideranças da Vila retornarem à terra de origem da matriarca e do patriarca fundadores da comunidade para comprovar e obter certidão oficial de batismo do patriarca Petronillo registrado no "livro de batismo dos escravos". Esse e muitos outros documentos oficiais foram encaminhados à Fundação Palmares para fins de reconhecimento do território como remanescente quilombola passível de proteção, nos termos do Decreto Nº 4.887/2003 e da Portaria FCP Nº 98/2007. A Fundação Cultural Palmares já expediu o Certificado reconhecendo a Comunidade Souza como Comunidade remanescente de quilombo. Isso já foi publicado no Diário Oficial da União. Parte considerável da área é território ancestral negro autodeclarado e que batalha pelo seu reconhecimento como comunidade remanescente quilombola, situada no bairro Santa Tereza, patrimônio histórico da capital mineira. A Vila se forma no início do século XX, pela matriarca negra Elisa, nascida sob a Lei do Ventre Livre, casada com Petronillo, que foi pessoa escravizada até a promulgação da Lei Áurea em 1888. Ambos se casaram e migraram do interior do estado de Minas Gerais, cidade de Além Paraíba, para Belo Horizonte, em busca de melhores condições de sobrevivência. Instalaram-se no bairro de Santa Tereza antes de 1915, ano em que nasceu um dos filhos do casal registrado em cartório já na capital. O patriarca Petronillo chegou a trabalhar na construção da Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem, padroeira de Belo Horizonte. O terreno em que construíram sua morada fazia parte da Ex-Colônia Américo Werneck e foi adquirido em 1923, conforme contrato de compra e venda que foi levado a registro. As famílias ameaçadas de despejo pagam IPTU ao município desde o ano de 1955! São contribuintes e não são considerados como pessoas cidadãs. Neste vídeo 2, frei Gilvander continua entrevistando o advogado Dr. Joviano Gabriel, que fala sobre uma série de ilegalidades, irregularidades e indícios de fraudes no processo que levou à decisão do TJMG de despejo da Comunidade Quilombola Souza, de Belo Horizonte.

Filmagem e edição de frei Gilvander, da CPT, CEBs e CEBI. Belo Horizonte, 19/7/2019.
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sexta-feira, 19 de julho de 2019

Vozes do Quilombo Souza/Vila Teixeira/BH. Rádio Itatiaia: Frei Gilvander...





Vozes do Quilombo Souza, na Vila Teixeira, em Belo Horizonte, MG. Rádio Itatiaia: Frei Gilvander e Gláucia. DESPEJO, NÃO! - 18/7/2019.

Vozes do Quilombo Souza no Programa Chamada Geral, com Júnior Moreira, na Rádio Itatiaia, de Belo Horizonte, MG: Frei Gilvander Moreira, da CPT, e a quilombola Gláucia Martins. Na pauta do programa, o injusto e ilegal despejo da Comunidade Quilombola da Vila Teixeira, no Bairro Santa Tereza, coração histórico de Belo Horizonte, para o dia 25 de julho próximo. Uma injustiça que clama ao céu!

*Áudio gravado por frei Gilvander Moreira, da CPT, das CEBs e do CEBI. Edição de Nádia Oliveira, colaboradora da CPT-MG. Belo Horizonte, MG, 18/7/2019.
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quinta-feira, 18 de julho de 2019

Quilombo Souza/BH/Vila Teixeira:Documentos comprovam propriedade/Despejo...





Quilombo Souza: Documentos comprovam direito à propriedade. RESPEITO AOS DIREITOS, SIM. DESPEJO, NÃO! - Audiência Pública ALMG - Vídeo 5 - 11/7/2019.

Dezesseis famílias, com cerca de quarenta pessoas que moram na Rua Teixeira Soares, na chamada Vila Teixeira, no Bairro Santa Tereza, em Belo Horizonte, MG, podem ser despejadas no dia 25 de julho agora (2019), atendendo a decisão judicial do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). A sentença judicial de desocupação está fundamentada em um processo que, na opinião de operadores do direito e outros presentes à Comissão de Direitos Humanos nessa quinta-feira,11/7/2019, está contaminado por diversas irregularidades. A situação desses moradores foi discutida na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), em Audiência Pública realizada pela Comissão de Direitos Humanos, a pedido da deputada estadual Andreia de Jesus (PSOL). Vários integrantes das famílias, além de representantes de órgãos que lidam com a questão, participaram dessa audiência. Os moradores da Vila Teixeira se autodeclaram um Quilombo no último dia 30, o que, pode impedir a reintegração de posse, conforme o Procurador da República Dr. Hélder Magno da Silva. A proteção do Quilombo, bem como seus direitos, são garantidos pela Constituição da República e por vários tratados internacionais. A Convenção 169 da OIT da ONU, por exemplo, assegura os direitos das Comunidades Tradicionais, entre as quais estão as Comunidades Quilombolas. A lei considera que remanescentes das comunidades de quilombos são grupos étnicos-raciais com trajetória histórica própria e relações territoriais específicas. O justo, humano, ético e legal é a Comunidade Quilombola da Vila Teixeira ser, por legítimo direito, reconhecida como tal e ter garantido seu direito ao território, cujos ancestrais ali chegaram no início do século passado, inclusive sendo os quilombolas os responsáveis executores de muitas melhorias ali realizadas, como o asfalto, por exemplo. Nesse vídeo 5, a fala eloquente, emocionada, o clamor das quilombolas Gláucia, Camila e Alessandra, que, em nome das famílias do Quilombo Souza, fazem ressoar sua voz por respeito ao direito à propriedade, comprovada com documentos diversos, por respeito à sua dignidade humana, por justiça!

*Vídeo original do streaming da TV Assembleia da ALMG. Edição de Nádia Oliveira, colaboradora da CPT-MG. Apoio e divulgação: Frei Gilvander, da CPT, das CEBs e do CEBI. Belo Horizonte, MG, 11/7/2019.
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“É inadmissível despejar o Quilombo Souza, em Belo Horizonte”/Frei Gilva...





"É inadmissível fazer o despejo do Quilombo Souza, na Vila Teixeira, no Bairro Santa Tereza, coração de Belo Horizonte", diz frei Gilvander, na Audiência Pública na ALMG - 11/7/2019 – Vídeo 6.

Dezesseis famílias, com cerca de quarenta pessoas que moram na Rua Teixeira Soares, na chamada Vila Teixeira, no Bairro Santa Tereza, em Belo Horizonte, MG, podem ser despejadas no dia 25 de julho agora (2019), atendendo a decisão judicial do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). A sentença judicial de desocupação está fundamentada em um processo que, na opinião de operadores do direito e outros presentes à Comissão de Direitos Humanos nessa quinta-feira,11/7/2019, está contaminado por diversas irregularidades. A situação desses moradores foi discutida na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), em Audiência Pública realizada pela Comissão de Direitos Humanos, a pedido da deputada estadual Andreia de Jesus (PSOL). Vários integrantes das famílias, além de representantes de órgãos que lidam com a questão, participaram dessa audiência. Os moradores da Vila Teixeira se autodeclaram um Quilombo no último dia 30, o que, pode impedir a reintegração de posse, conforme o Procurador da República Dr. Hélder Magno da Silva. A proteção do Quilombo, bem como seus direitos, são garantidos pela Constituição da República e por vários tratados internacionais. A Convenção 169 da OIT da ONU, por exemplo, assegura os direitos das Comunidades Tradicionais, entre as quais estão as Comunidades Quilombolas. A lei considera que remanescentes das comunidades de quilombos são grupos étnicos-raciais com trajetória histórica própria e relações territoriais específicas. O justo, humano, ético e legal é a Comunidade Quilombola da Vila Teixeira ser, por legítimo direito, reconhecida como tal e ter garantido seu direito ao território, cujos ancestrais ali chegaram no início do século passado, inclusive sendo os quilombolas os responsáveis executores de muitas melhorias ali realizadas, como o asfalto, por exemplo. Nesse vídeo 6, Frei Gilvander, da CPT, fala do absurdo que é essa ação de despejo, clama por respeito aos direitos da Comunidade Quilombola da Vila Teixeira e lembra que só perde quem deixa de lutar ou desiste da luta.

*Vídeo original do streaming da TV Assembleia da ALMG. Edição de Nádia Oliveira, colaboradora da CPT-MG. Apoio e divulgação: Frei Gilvander, da CPT, das CEBs e do CEBI. Belo Horizonte, MG, 11/7/2019. *Inscreva-se no You Tube, no Canal Frei Gilvander Luta pela Terra e por Direitos, no link: https://www.youtube.com/user/fgilvander, acione o sininho, receba as notificações de envio de vídeos e assista a diversos vídeos de luta por direitos sociais. Se assistir e gostar, compartilhe. Sugerimos.

quarta-feira, 17 de julho de 2019

Ação contra o Quilombo Souza: Ilegalidades/Desrespeito aos direitos/Dr.J...





Quilombo Souza: Caso eivado de ilegalidades e indícios de fraude. DESPEJO, NÃO! - Dr. Joviano Mayer, na ALMG - Vídeo 4 - 11/7/2019.

Dezesseis famílias, com cerca de quarenta pessoas que moram na Rua Teixeira Soares, na chamada Vila Teixeira, no Bairro Santa Tereza, em Belo Horizonte, MG, podem ser despejadas no dia 25 de julho, atendendo a ordem do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. A sentença judicial de desocupação está fundamentada em um processo que, na opinião de operadores do direito e outros presentes à Comissão de Direitos Humanos nessa quinta-feira,11/7/2019, está contaminado por diversas irregularidades. A situação desses moradores foi discutida na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), em Audiência Pública realizada pela Comissão de Direitos Humanos, a pedido da deputada Andreia de Jesus (PSOL). Vários integrantes das famílias, além de representantes de órgãos que lidam com a questão, participaram dessa audiência. Os moradores da Vila Teixeira se autodeclaram um Quilombo no último dia 30, o que, pode impedir a reintegração de posse, conforme o Procurador da República Dr. Hélder Magno da Silva. A proteção do Quilombo, bem como seus direitos, são garantidos pela Constituição da República. A lei considera que remanescentes das comunidades de quilombos são grupos étnicos-raciais com trajetória histórica própria e relações territoriais específicas. O justo, humano, ético e legal é a Comunidade Quilombola da Vila Teixeira ser, por legítimo direito, reconhecida como tal e ter garantido seu direito ao território, cujos ancestrais ali chegaram no início do século passado, inclusive sendo os quilombolas os responsáveis executores de muitas melhorias ali realizadas, como o asfalto, por exemplo. Nesse vídeo 4, a fala do Dr. Joviano Gabriel Maia, Advogado Popular da Associação Comunitária do Bairro Santa Tereza, que aponta irregularidades no processo, indícios de fraude e exige o respeito à do direito à permanência das famílias quilombolas em seu território, na Vila Teixeira, no Bairro Santa Tereza, em Belo Horizonte, MG.

*Vídeo original do streaming da TV Assembleia da ALMG. Edição de Nádia Oliveira, colaboradora da CPT-MG. Apoio e divulgação: Frei Gilvander, da CPT, das CEBs e do CEBI. Belo Horizonte, MG, 11/7/2019.
*Inscreva-se no You Tube, no Canal Frei Gilvander Luta pela Terra e por Direitos, no link: https://www.youtube.com/user/fgilvander, acione o sininho, receba as notificações de envio de vídeos e assista a diversos vídeos de luta por direitos sociais. Se assistir e gostar, compartilhe. Sugerimos.

terça-feira, 16 de julho de 2019

Grandes interesses do capital em despejar o Quilombo Souza, no Santa Ter...





Grandes interesses econômicos em despejar o Quilombo Souza, no Santa Tereza em BH? Vídeo 2. 11/7/2019.

Dezesseis famílias, com cerca de quarenta pessoas que moram na Rua Teixeira Soares, na chamada Vila Teixeira, no Bairro Santa Tereza, em Belo Horizonte, MG, podem ser despejadas no dia 25 de julho, atendendo a decisão inconstitucional e injusta do Tribunal de Justiça de Minas Gerais |(TJMG). A sentença judicial de desocupação está fundamentada em um processo que, na opinião de operadores do direito e outros presentes à Comissão de Direitos Humanos nessa quinta-feira,11/7/2019, está contaminado por diversas irregularidades. A situação desses moradores foi discutida na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), em Audiência Pública realizada pela Comissão de Direitos Humanos, a pedido da deputada estadual Andreia de Jesus (PSOL). Vários integrantes das famílias, além de representantes de órgãos que lidam com a questão, participaram dessa audiência. Os moradores da Vila Teixeira se autodeclaram Quilombo Souza no último dia 30, o que, pode impedir a reintegração de posse, conforme o Procurador da República Dr. Hélder Magno da Silva. A proteção do Quilombo, bem como seus direitos, são garantidos pela Constituição da República e na Convenção 169 da OIT da ONU. A lei considera que remanescentes das comunidades de quilombos são grupos étnicos-raciais com trajetória histórica própria e relações territoriais específicas. O justo, humano, ético e legal é a Comunidade Quilombola Souza, da Vila Teixeira, ser, por legítimo direito, reconhecida como tal e ter garantido seu direito ao território, cujos ancestrais ali chegaram no início do século passado, inclusive sendo os quilombolas os responsáveis executores de muitas melhorias ali realizadas, como o asfalto, por exemplo. Nesse vídeo 2, frei Gilvander Moreira, da CPT, continua a entrevista com Gláucia, Gislene e Marcos, quilombolas do Quilombo Souza, na Vila Teixeira, no Bairro Santa Teresa, em Belo Horizonte. Inadmissível despejar 16 famílias tão humanas que vivem há mais de 70 anos na área, com documentos dos terrenos, inclusive. A decisão judicial precisa ser revista com urgência, pois é inconstitucional e injusta e está adoecendo as pessoas com a tensão de iminente despejo.

Filmagem e edição de Frei Gilvander, da CPT, das CEBs e do CEBI. Belo Horizonte, MG, 11/7/2019.
*Inscreva-se no You Tube, no Canal Frei Gilvander Luta pela Terra e por Direitos, no link: https://www.youtube.com/user/fgilvander, acione o sininho, receba as notificações de envio de vídeos e assista a diversos vídeos de luta por direitos sociais. Se assistir e gostar, compartilhe. Sugerimos.

segunda-feira, 15 de julho de 2019

Grandes interesses do capital em despejar o Quilombo Souza, no Santa Ter...





Grandes interesses econômicos em despejar o Quilombo Souza, no Santa Tereza em BH? Vídeo 2. 11/7/2019.

Dezesseis famílias, com cerca de quarenta pessoas que moram na Rua Teixeira Soares, na chamada Vila Teixeira, no Bairro Santa Tereza, em Belo Horizonte, MG, podem ser despejadas no dia 25 de julho, atendendo a decisão inconstitucional e injusta do Tribunal de Justiça de Minas Gerais |(TJMG). A sentença judicial de desocupação está fundamentada em um processo que, na opinião de operadores do direito e outros presentes à Comissão de Direitos Humanos nessa quinta-feira,11/7/2019, está contaminado por diversas irregularidades. A situação desses moradores foi discutida na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), em Audiência Pública realizada pela Comissão de Direitos Humanos, a pedido da deputada estadual Andreia de Jesus (PSOL). Vários integrantes das famílias, além de representantes de órgãos que lidam com a questão, participaram dessa audiência. Os moradores da Vila Teixeira se autodeclaram Quilombo Souza no último dia 30, o que, pode impedir a reintegração de posse, conforme o Procurador da República Dr. Hélder Magno da Silva. A proteção do Quilombo, bem como seus direitos, são garantidos pela Constituição da República e na Convenção 169 da OIT da ONU. A lei considera que remanescentes das comunidades de quilombos são grupos étnicos-raciais com trajetória histórica própria e relações territoriais específicas. O justo, humano, ético e legal é a Comunidade Quilombola Souza, da Vila Teixeira, ser, por legítimo direito, reconhecida como tal e ter garantido seu direito ao território, cujos ancestrais ali chegaram no início do século passado, inclusive sendo os quilombolas os responsáveis executores de muitas melhorias ali realizadas, como o asfalto, por exemplo. Nesse vídeo 2, frei Gilvander Moreira, da CPT, continua a entrevista com Gláucia, Gislene e Marcos, quilombolas do Quilombo Souza, na Vila Teixeira, no Bairro Santa Teresa, em Belo Horizonte. Inadmissível despejar 16 famílias tão humanas que vivem há mais de 70 anos na área, com documentos dos terrenos, inclusive. A decisão judicial precisa ser revista com urgência, pois é inconstitucional e injusta e está adoecendo as pessoas com a tensão de iminente despejo.

Filmagem e edição de Frei Gilvander, da CPT, das CEBs e do CEBI. Belo Horizonte, MG, 11/7/2019.
*Inscreva-se no You Tube, no Canal Frei Gilvander Luta pela Terra e por Direitos, no link: https://www.youtube.com/user/fgilvander, acione o sininho, receba as notificações de envio de vídeos e assista a diversos vídeos de luta por direitos sociais. Se assistir e gostar, compartilhe. Sugerimos.

Quilombo Souza na Vila Teixeira no Santa Tereza em Belo Horizonte, MG: d...





Quilombo Souza na Vila Teixeira no Santa Tereza em Belo Horizonte, MG: despejo iminente? Vídeo 1. 11/7/2019.

Dezesseis famílias, com cerca de quarenta pessoas que moram na Rua Teixeira Soares, na chamada Vila Teixeira, no Bairro Santa Tereza, em Belo Horizonte, MG, podem ser despejadas no dia 25 de julho, atendendo a decisão inconstitucional e injusta do Tribunal de Justiça de Minas Gerais |(TJMG). A sentença judicial de desocupação está fundamentada em um processo que, na opinião de operadores do direito e outros presentes à Comissão de Direitos Humanos nessa quinta-feira,11/7/2019, está contaminado por diversas irregularidades. A situação desses moradores foi discutida na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), em Audiência Pública realizada pela Comissão de Direitos Humanos, a pedido da deputada estadual Andreia de Jesus (PSOL). Vários integrantes das famílias, além de representantes de órgãos que lidam com a questão, participaram dessa audiência. Os moradores da Vila Teixeira se autodeclaram Quilombo Souza no último dia 30, o que, pode impedir a reintegração de posse, conforme o Procurador da República Dr. Hélder Magno da Silva. A proteção do Quilombo, bem como seus direitos, são garantidos pela Constituição da República e na Convenção 169 da OIT da ONU. A lei considera que remanescentes das comunidades de quilombos são grupos étnicos-raciais com trajetória histórica própria e relações territoriais específicas. O justo, humano, ético e legal é a Comunidade Quilombola Souza, da Vila Teixeira, ser, por legítimo direito, reconhecida como tal e ter garantido seu direito ao território, cujos ancestrais ali chegaram no início do século passado, inclusive sendo os quilombolas os responsáveis executores de muitas melhorias ali realizadas, como o asfalto, por exemplo. Nesse vídeo 1, frei Gilvander Moreira, da CPT, entrevista o Sr. Antônio, irmão da dona Lourdes (das outras 3 famílias ameaçadas de despejo) e Gláucia, quilombola do Quilombo Souza, na Vila Teixeira, no Bairro Santa Teresa, em Belo Horizonte. Inadmissível despejar 16 famílias tão humanas que vivem há mais de 70 anos na área, com documentos dos terrenos, inclusive. A decisão judicial precisa ser revista com urgência, pois é inconstitucional e injusta e está adoecendo as pessoas com a tensão de iminente despejo.

Filmagem e edição de Frei Gilvander Moreira, da CPT, das CEBs e do CEBI. Belo Horizonte, MG, 11/7/2019.
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sexta-feira, 12 de julho de 2019

MST conquista mais uma vitória no TJMG na luta pela terra em Campo do Me...







MST
conquista mais uma vitória no TJMG rumo à conquista definitiva do latifúndio da
ex-usina Ariadnópolis, em Campo do Meio, sul de MG, dia 11/7/2019.
*Filmagem e edição de frei
Gilvander Moreira, da CPT-MG, das CEBs e do CEBI.
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quinta-feira, 11 de julho de 2019

Em Miravânia, norte de MG, a injustiça e a crueldade de um despejo. Víde...





Em Miravânia, norte de MG, a injustiça e a crueldade de um despejo. Vídeo 2 - 09/7/2019.

Nessa terça-feira, 9 de julho de 2019, às 8h, na Ocupação-Comunidade Olaria Barra do Mirador, com 52 famílias – comunidade francamente consolidada – ocupando a Fazenda Japoré, no município de Miravânia, extremo norte de Minas Gerais, o Comando Geral da Polícia Militar de MG, com cerca de 100 policiais e 20 viaturas, iniciou uma operação de guerra e truculência, despejando as famílias acampadas há 19 anos. Nessa operação injusta e covarde, também fecharam as estradas que dão acesso à Comunidade. Lideranças da comunidade e famílias foram impedidas de aproximarem-se das suas casas que foram derrubadas por tratores a pedido de fazendeiro que se diz proprietário, e com decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Não houve reunião da Mesa de Negociação do Governo de Minas com as Ocupações urbanas e rurais para tratar do conflito gravíssimo que envolve dezenas de famílias da Ocupação em Miravânia. O clima na região está muito tenso. O povo está apavorado. Além das casas, foram destruídas lavouras, pomares, hortas - fontes de sobrevivência das famílias. Injustiça que clama aos céus! O justo e ético é que seja reativada com urgência a Mesa de Negociação do Governo de Minas Gerais com as Ocupações para que as famílias sejam ouvidas e se chegue a um acordo justo, que respeite o princípio da dignidade humana e a história dessas famílias ao longo dos 19 anos de legítima ocupação.

*Filmagem e fotos de Zilá de Matos, da CPT-MG. Edição de Nádia Oliveira, colaboradora da CPT-MG. Apoio e divulgação: frei Gilvander, da CPT, das CEBs e do CEBI.
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